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Capítulo 11: O Reino Oculto

Ascending on a Chosen Day·Capítulo 11 de 13·~13 min de leitura

Atualizado: 2026-08-07 08:59

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Xu Ying sentiu uma pontada de decepção. Supusera que a voz misteriosa fosse ensinar-lhe as artes exorcistas dos mestres Nuo, e por um instante seu coração acelerou de emoção. Não era nada disso.

—Refinador de Qi? —repetiu—. O que é isso? Eu não estava cultivando artes demoníacas?

Estava genuinamente confuso. —Ancião, não poderia abrir o Tesouro Secreto da Pílula de Barro para mim e me ensinar as artes Nuo?

A voz estava irritada. —O que você cultiva é, sem dúvida, o método de um Refinador de Qi —não tem nada a ver com artes demoníacas! Quanto a essas "artes Nuo", que bobagem é essa? Chega de conversa fiada. Vou te ensinar a observação interior. Deixe seus olhos meio fechados, de modo que apenas um fio de luz entre em sua visão. Fixe o olhar na ponte do nariz e abrigue um único pensamento em sua mente. Esse pensamento é sua consciência. Ouça minha ordem: os olhos são o sol e a lua, o cabelo são as estrelas, as sobrancelhas são o dossel real, a cabeça é o monte Kunlun. Disponha os palácios e as torres, e assente aí o espírito! Quero que assente seu espírito entre os olhos, o transforme num único pensamento e forje esse pensamento em sentido do espírito!

Os olhos de Xu Ying não estavam nem totalmente abertos nem totalmente fechados; apenas um fio de luz permanecia diante dele enquanto fixava o olhar na ponte do nariz. Mas o que via não era o nariz, e sim um único fio de luz.

Reuniu toda sua consciência sobre esse fio de luz, abrigando um único pensamento, sem pensar em mais nada.

A voz trovejou de novo em sua mente, ensurdecedora e implacável. —Forje sua consciência em sentido do espírito, e verá que a luz diante de seus olhos é um portal. Empurre a porta e entre, e aí está o Reino Oculto dentro de seu corpo. Mas forjar a consciência em sentido do espírito leva vários dias. Quando tiver conseguido, chame-me de novo... Eh?

Entre as pálpebras entreabertas de Xu Ying, um tênue resplendor divino pareceu brotar.

Isso era sentido do espírito!

A voz soltou um grito de surpresa, a ponto de saltar da nuca de Xu Ying.

Quem emitia o som não era outro senão o Grande Sino de Bronze oculto no fundo da cabeça de Xu Ying. Na noite anterior, aquele grande sino semeara o caos no Rio Naihe, abatendo seis ou sete inimigos poderosos, até que a donzela cativa se libertou de seu ataúde e o feriu gravemente.

Fugiu com todas as forças, chocou-se contra o monte Jian, e rolou encosta abaixo até parar à beira de um riacho de montanha. Tentou curar suas feridas, mas eram graves demais e não conseguia sarar sozinho.

Por acaso, Xu Ying passou por ali, estendendo a mão para tocar sua "cabeça". O sino percebeu que Xu Ying era um Refinador de Qi e, naquele instante, maquinou um plano para se fazer passar por uma vítima ferida.

O Grande Sino de Bronze instalou-se na mente de Xu Ying, roubando seu qi e sangue para sarar. Mas Xu Ying, por mais que fosse um Refinador de Qi, não sabia cultivar coisa alguma — o que enfurecia o sino sem medida. Por isso se dignara a instruí-lo.

Afinal, melhor ensinar um homem a pescar do que lhe dar um peixe. E, como diz o ditado, nem se apanha um lobo sem arriscar a esposa, nem se faz um cavalo correr sem alimentá-lo bem. Se Xu Ying cultivasse mais rápido, o sino poderia roubar mais qi e sangue, e suas feridas sarariam mais cedo.

Mas, por mais que lhe oferecesse ajuda, jamais acreditou que Xu Ying dominaria a observação interior em tão pouco tempo. O que nunca previra era que, no instante mesmo em que terminou de falar sobre forjar um pensamento em sentido do espírito, Xu Ying já teria forjado sua consciência em sentido do espírito!

A pura velocidade daquilo assustou o sino!

O Grande Sino de Bronze era criatura de vasta experiência. Em sua época, quando um adepto do Dao mergulhava na observação interior e na contemplação, um resplendor divino cintilava em seus olhos, crescendo e minguando, longo e curto por turnos.

Aquela luz divina era o sentido do espírito.

O resplendor de Xu Ying não se derramava de seus olhos, mas se acumulava neles: um sinal inequívoco de que já forjara o sentido do espírito!

Só que a velocidade era rápida demais!

O que não sabia é que a técnica que Xu Ying praticava se chamava Arte Daoyin da Grande Unidade. Para cultivar essa técnica, era preciso conter a mente inquieta e conservar um único pensamento.

Esse pensamento era a Grande Unidade.

Embora a Grande Unidade fosse seu pensamento, o pensamento em si estava vazio, vasto a ponto de conter todo seu espírito.

Xu Ying mantivera a Grande Unidade por sete anos, com alicerces inabalavelmente firmes. Agora, guiado pelo Grande Sino de Bronze, seu espírito se condensou num único pensamento, e esse pensamento se forjou em sentido do espírito: tão natural quanto a água que flui por seu leito, sem esforço e simples.

O Grande Sino de Bronze pensou consigo: "Mesmo que tenha forjado o sentido do espírito, não basta. Vai precisar de mais alguns dias antes de ver esse portal. E mesmo que consiga vê-lo, precisará de tempo para temperar seu sentido do espírito antes de empurrar a porta e entrar no Reino Oculto..."

O pensamento mal se formara quando um resplendor divino se adensou nos olhos de Xu Ying. Num único respiro, o rapaz divisou o portal, e seu sentido do espírito empurrou a porta!

—Este garoto é um prodígio!

O espírito do Grande Sino de Bronze vacilou. —Só lhe falta uma marca para ser um gênio! Com talento assim, bem que poderia alcançar meu amo... enfim, fica um pouquinho aquém do meu amo.

Xu Ying observou a luz divina diante dele e, em seu interior, distinguiu vagamente um portal de jade branco — nada mais. "Caminhou" adiante, e conforme se aproximava, o portal crescia mais alto e mais largo. Empurrou-o, e de repente um mundo prodigioso se desdobrou diante de seus olhos. Esse era o Reino Oculto de que falara o Grande Sino de Bronze: o mundo misterioso e fantasmagórico dentro do corpo.

Sua "visão" se ampliou e se iluminou, e um torrente de cores brilhantes inundou seu olhar!

Aquelas cores eram tão vívidas, tão nítidas, que a própria natureza não guardava tons que pudessem igualá-las!

Mas não era a visão de seus olhos. Era a visão de seu sentido do espírito!

No momento em que atravessou a porta, seu sentido do espírito sofrera uma transformação milagrosa, concedendo-lhe o poder de ver dentro do próprio corpo!

Sentiu que seu sentido do espírito adquirira a capacidade de voar, flutuando numa imensidão vazia, abrindo caminho entre rios de correntes de ar visíveis.

Névoas se enrolavam ao seu redor.

Aquelas correntes, aquelas névoas, eram o qi dentro de seu corpo!

No alto do céu pendiam montanhas imponentes, invertidas e enormes: seu coração e seus pulmões!

Podia ver até as cicatrizes de suas cinco vísceras e seis entranhas, feridas sofridas ao longo do caminho!

Xu Ying viu como correntes de qi se elevavam em vapor, tornando-se chuva. No instante em que se tornavam tempestade, o trovão rugia entre as nuvens e um relâmpago cegante fendia céus, terra e montanhas envoltos em névoa!

—Então é isto o refinamento do corpo por som de trovão!

Xu Ying compreendeu de repente a verdade por trás do refinamento do corpo por som de trovão, e uma grande alegria brotou dentro dele.

De repente, uma luz esplêndida o varreu. Xu Ying olhou e viu qi convergindo num fulgor feroz como um grande sol, que se erguia do interior de seu corpo e vagueava por suas enormes vísceras e entranhas.

Aquele grande sol banhava seu fígado em luz verde, seus pulmões em branco, seu coração em vermelho, seus rins em preto e seu baço em amarelo!

Isso era o refinamento do corpo pelo Grande Sol!

Um espetáculo tão sobrecogente encheu seu coração de deleite!

Dentro de seu corpo parecia haver espaço sem limites!

Isto era a observação interior!

Xu Ying voltou-se para olhar e viu a "si mesmo" flutuando diante de um limiar de jade branco.

Aquela era a porta que acabara de empurrar, que destravava um mundo misterioso e fantasmagórico dentro de sua carne mortal!

Aquele mundo dentro do corpo era o Reino Oculto que o Grande Sino de Bronze nomeara!

O Grande Sino de Bronze disse: —Seu talento é apenas aceitável. Já que abriu o Reino Oculto, vou te ensinar como fazer os Cinco Qi retornarem à Origem. Deixe o sentido do espírito ser a vontade, e atraia o qi das cinco cimeiras.

Xu Ying seguiu suas instruções. Seu sentido do espírito o atraiu, e ele viu como as cinco vísceras, penduradas como montanhas invertidas no céu, liberavam cada uma um fio de qi misterioso que se precipitava em sua direção para convergir nele.

O qi do coração, do fígado, do baço, dos pulmões e dos rins chegava em cinco cores —vermelho, verde, amarelo, branco e preto— e, conforme seu sentido do espírito o atraía, os Cinco Qi retornavam à Origem, fundindo-se num só.

Ao se fundirem as cinco correntes de qi coloridos, o resplendor divino se avivou, brotaram miríades de raios de luz dourada, e tomou forma o qi primordial.

Era isso os Cinco Qi retornarem à Origem!

Xu Ying sentiu uma força percorrer seu corpo, impossível de descrever, vasta e afluente, muito mais pura e poderosa que seu antigo qi e sangue!

Conforme aquela maravilhosa inundação de qi primordial o atravessava, até as feridas internas de suas vísceras e entranhas começaram a sarar, quase imperceptivelmente!

O Grande Sino de Bronze também ficou atônito. Esperara que Xu Ying precisasse de mais tempo para fazer os Cinco Qi retornarem à Origem e forjar o qi quíntuplo em qi primordial. No entanto, Xu Ying convocara os cinco qi com um gesto da mão e completara a tarefa na hora!

—Este prodígio mal merece a marca que lhe faltava —pensou o Grande Sino de Bronze—. Claro que ainda fica um pouquinho aquém do meu amo. Só um pouquinho!

Xu Ying, saturado por dentro com os cinco qi, viu seu retorno à Origem se transformar em qi primordial. Sentiu seu qi e sangue florescerem com vida vigorosa, seus ossos e tendões tinirem em harmonia, suas vísceras e entranhas rugirem como dragões e tigres. Todo seu corpo estava em paz consigo mesmo.

Yuan Qi se sobressaltou. Naquele breve instante, sentiu o alento de Xu Ying ficar longo e profundo, e seu qi e sangue se incharem até a plenitude.

—O que aconteceu com o Ah Ying?

O pensamento mal se formara quando viu o qi e sangue de Xu Ying murcharem em velocidade terrível, como se o rapaz tivesse sido drenado por trezentas rodadas de uma fantasma.

—Ah, isso já parece mais normal... não, isso não é normal em absoluto —deve ser aquele sino interferindo!

O rosto da serpente oscilou entre luz e sombra, o coração dilacerado e revolto. "Xu Ying é meu irmão. Não posso ficar olhando enquanto o Demônio do Sino o suga seco".

Reuniu coragem, pronto para falar. Mas de repente um sino soou dentro de sua cabeça, e toda sua coragem se desfez. Pensou: "Mais algumas sucções não o matarão. Que seja."

Na aldeia ao pé do monte Jian, os aldeões largaram seus afazeres e se viraram para a entrada, onde um gigante de cerca de catorze pés de altura entrava a passos largos no pequeno assentamento.

O tronco do gigante estava nu, envolto em faixas de seda verde, com um anel redondo como roda de navio pendurado atrás da cabeça. Caminhava descalço, vestindo apenas um par de calções, seus músculos esculpidos como facas, afiados e ásperos como rocha viva.

Fumaça verde de oferendas o envolvia: as oferendas de incenso que o povo lhe prestara culto.

Aqueles fios de qi de incenso se lançavam sobre seu corpo como serpentes espirituais, ágeis como seres vivos.

Os aldeões ouviram um murmúrio fraco encher o ar, e o medo lhes apertou o coração. Os anciãos levaram em silêncio seus rebanhos à parte de trás da aldeia para escondê-los; as mulheres ergueram seus filhos; e as donzelas e noivas de boa aparência se untaram dois punhados de fuligem da lareira pelo rosto.

O espírito gigante caminhava observando a aldeia e, de repente, parou, agarrou um ancião e perguntou em voz trovejante: —Cinco galinhas, duas talhas de vinho. As galinhas são para ferver em água limpa, temperadas só com sal e anis-estrelado. Ferva-as por um tempo, depois retire-as e esfrie-as em água fria.

O ancião disse, com a voz embargada por lágrimas: —Grande Espírito, em casa só tenho duas galinhas poedeiras, e venho guardando seus ovos para vender no mercado da vila de Huangtiampuzhen e juntar um pouco de dinheiro. E quanto ao vinho —nunca nem provei, não sei que gosto tem...

O espírito gigante o atirou ao chão e zombou: —Quer que eu coma gente? Vá revistar a aldeia!

O ancião se ergueu de um salto e se apressou, suplicando e mendigando aos vizinhos até reunir algumas galinhas.

Trêmulos de medo, os aldeões prepararam o frango em água limpa, juntaram duas jarras de vinho aguado, coaram os borrões turvos e os ofereceram ao espírito gigante.

O ancião serviu o vinho, com as mãos tremendo: —E de onde vem o Grande Espírito?

O espírito gigante devorou o frango a grandes bocados, bebeu o vinho a grandes cuias e disse: —Tenho gozado de oferendas de incenso na vila de Yangzitang por duzentos e trinta e quatro anos, e jamais cessaram. Os moradores de Yangzitang me chamam de Grande Imortal Yang. Por decreto do Deus da Cidade, vim capturar o criminoso Xu Ying. Você tem uma filha? Que venha cantar e beber comigo.

O ancião chorou: —Um homem nem consegue pagar uma noiva —como eu teria uma filha?

O espírito gigante olhou de soslaio para a casa vizinha, divisou uma moça, e a chamou para cantar e animar o ambiente. Perguntou-lhe: —Quantos anos você tem?

—Doze.

—Doze é jovem demais. Quando chegar aos catorze ou quinze, não se case com ninguém —virei favorecê-la, desposá-la com cerimônia própria e fazê-la minha esposa legítima. Não vou desonrá-la.

O espírito gigante atirou à moça uma coxa de frango. Ela estava magra e faminta, e agarrou o osso com ambas as mãos, roendo-o entre lágrimas de gratidão, tão ávida que o ancião ao seu lado engoliu em seco.

Naquele momento, o espírito gigante sentiu um estremecimento no peito e olhou para a entrada da aldeia. Ali vinha um rapaz, de compleição um tanto delicada.

O rapaz tinha só catorze ou quinze anos, mas era de porte alto e imponente, de ossos largos, mãos e pés grandes. Suas roupas estavam esfarrapadas, e no entanto se portava com a majestade de um herói, e entre suas sobrancelhas se ocultava um vislumbre de rebeldia selvagem e indomável.

O jovem tinha mau aspecto —olheiras sob os olhos, bochechas fundas, seu qi e sangue minguados.

Atrás dele vinha uma grande serpente, com faixas pretas e brancas, de vários zhang de comprimento, que portava um ar natural de ameaça demoníaca.

—O matadordedeuses, Xu Ying!

O espírito gigante explodiu em risadas e se pôs de pé, sua voz retumbando como um sino: —Todos os outros espíritos partiram em direção ao noroeste, acreditando que poderiam cortar seu caminho por lá. Mas eu sou astuto —sabia que talvez você fosse na direção oposta. Então fiquei aqui, e cá está você, caindo justo em minhas mãos.

Aquele jovem era, de fato, Xu Ying, e não deu sinal algum de alarme.

Yuan Qi, a serpente yao, gritou: —Se você sabe que vai enfrentar o matadordedeuses, suma daqui! O próprio Ding Quan de Lingling e o carcereiro Wei Chu morreram nas mãos do Jovem Senhor Xu —ainda dá para ver os cadáveres deles estendidos no monte de Pedra! O deus do monte de Pedra, Huang Siping, perdeu uma perna para o Jovem Senhor Xu e fugiu para salvar a vida! Se você se dá ao trabalho, vire-se e corra agora mesmo, e o Senhor Xu e o Senhor Boi pouparão sua vida.

O espírito gigante pareceu divertido, e sorriu: —Xu Ying —o deus do monte de Pedra era um Rei Demônio, e o carcereiro e o oficial de justiça eram mestres Nuo. Se encontraram o fim em suas mãos, parece que você tem habilidade de verdade. Mas como pode ter tanta certeza de que minha força é menor que a deles?

Deu um passo à frente, estalou um dedo, e um feixe de qi de incenso se disparou veloz como um relâmpago, tomando forma de flecha em pleno voo que atravessou a lenta serpente yao e a cravou no chão!

Yuan Qi chorava de dor e soube que se cruzara com um osso duro de roer. —Você veio capturar o fugitivo Xu Ying —o que tenho eu, Boi Yuan Qi, a ver com isso? Por que me ferir?

O gigante não lhe deu atenção. Deu uma leve fricção na palma, e do qi de incenso tomou forma uma grande espada de mais de um zhang de comprimento. Um estalo de dedos sobre a lâmina fez soar no ar um tilintar claro e nítido. —Ajoelhe-se, Xu Ying —disse lentamente—. Não me desafie. Deixe-me cortar sua cabeça e levá-la ao Deus da Cidade para saldar essa dívida.

—Ajoelhar-me?

Xu Ying cerrou os punhos, olhando para suas mãos manchadas e cheias de cicatrizes, e os cantos de sua boca se torceram em desafio. "No dia em que abati o deus da vila de Jiangjia, jurei em silêncio: nunca mais me ajoelharei diante de deuses de madeira esculpida e barro moldado".

O qi e sangue do rapaz fervia, erguendo-se atrás dele para formar um espírito de mais de dez pés com cabeça de elefante sobre corpo humano, que rugiu desafiador ao espírito gigante: um rugido que sacudiu céu e terra.

Xu Ying ergueu a cabeça, os olhos acesos e brilhantes como estrelas na noite: —Nasci livre! Quem quer que tente montar em mim, quem quer que me chame de escravo e me ordene ajoelhar —pelo Céu, eu o esmurrarei até matá-lo!

[Nota do autor: Esta nota sobre alergia a pólen e votos mensais foi omitida por não ser conteúdo da história.]

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